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domingo, 20 de outubro de 2013

Show do Aerosmith em Curitiba - 15/10/2013

Menos de um mês depois do show do Iron Maiden tivemos show do Aerosmith em Curitiba também, e nesse fomos eu, Camila e o Júlio César, ele com o pé quebrado, mas queria muito ver Whitesnake.
Os dois shows foram incríveis, mas eu estava lá para ver Steven Tyler arrasar, sou muito fã do cara.

Detalhe: mesmo na área VIP a gente fica muito longe do palco, na verdade esses ingressos VIP não tem NADA de VIP, o espaço chega a ser maior que a pista comum (mesmo caso no show do Iron Maiden), e como eu não gosto (nem a Camila) de ficar no meio da muvuca, ficamos sempre beirando o fim da premium.

Steven Tyler é o cara. Só tenho isso a dizer!

Essas fotos são do show de abertura, da banda Whitesnake.





Fotos do show do Aerosmith (não são minhas, claro)






quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Show do Iron Maiden em Curitiba - 24/09/13

Esse foi o primeiro show do Iron Maiden que eu levei a Camila, e por incrível que pareça foi o show que eu menos gostei, não sei se foi o frio cortante e insuportável que deixou o Bruce Dickinson meio paradão, ou se foi pelo fato da área vip ser gigante e estar entupida e tivemos que assistir ao show lá do canto sem nem conseguir ver o palco inteiro, ou se simplesmente a set list não era das minhas favoritas. Talvez uma mistura de tudo, mesmo assim, Iron Maiden é Iron Maiden, e os efeitos especiais estavam mais incríveis do que nos shows anteriores.


















terça-feira, 21 de maio de 2013

Não sou mais mãe de criança!

É uma triste realidade, afinal Carolina só tem 10 anos, mas pelo "tamanhão" dela posso me considerar destituída da função "mãe de criança".
Esse blog começou justamente para troca de informações e amizade entre mães, em 2004 Carolina tinha 1 aninho, e Camila apenas 7. Entrei em vários grupos de mães, fiz muitas amizades virtuais, outras tantas viraram amizade real, e o contato continua, porém, eu era a que tinha a filha mais velha na época, hoje em dia as amigas de outrora continuam sendo "mãe de criança" e eu não mais.
A fase dos blogs acabou, acho que só eu mantenho o meu ativo (ativo não praticante, na verdade) mas morro de saudades daquela época, é algo que ficará pra vida toda.
A questão é que não compro mais roupa em loja infantil, Carolina já está cabendo no P adulto, calçados tamanho 36/37 também já não existem mais no departamento infantil, não tem mais apresentação de Dia das Mães na escola (isso merece post à parte), não tem mais dança na Festa Junina, esse ano é o último que eles têm direito a brincar no parquinho de diversões na escola. Limpar bunda, servir prato, cortar unha. Acabou, gente, acabou!!!!! 
Frustrante também para o meu lado profissional, afinal quando eu comecei a Trevisart foi por conta dos convites infantis que fazia para minhas filhas, eu entendia TUDO de personagens infantis, vamos relembrar:
- Caillou... Caillou... sou eu!
- Jay Jay o jatinho
- Pink Dink Doo
- Fifi e os Floriguinhos
- Charlie e Lola
- Clifford
- Save-ums
- Cubolândia
- Poko (Po po po poko)
- Little Robots
- Os Irmãos Coala
- Little People
- Harry e o Balde de Dinossauros
- Barney
- Mecanimais
- Lazy Town
- Bob o Construtor
- Thomas e seus amigos
- Hi-5
- Backyardigans (praticamente os únicos ainda com vida)

QUANTA SAUDADE, se é que vocês me entendem.
A constatação de que não sou mais mãe de criança me faz sofrer, entrar em depressão. Sério.
Não que eu esteja renegando a adolescência delas, enquanto passei por uma ainda pude curtir a infância da outra, mas agora são duas, agora são as duas crescidas. Daqui a pouco não sobrará resquício de criança na cAsA dAs loucAs, não é pra se afogar num mar de lamentações?

É por essas e outras que insisto em ter o Koda comigo, pelo menos com ele eu posso falar como bebê, posso correr atrás dele brincando de pega-pega, ralhar dizendo "não pode!", dar comida na boquinha, limpar xixi e cocô, levar para passear, manter gradinha na escada para ele não passar, cuidar pra não deixar objeto pequeno no chão pra ele não engasgar, comprar cobertinha de bebê, e por aí vai a minha carência de crianças na casa. 

Só tem um porém... Koda não é humano, e jamais vai cantar uma canção pra mim no Dia das Mães, ou fazer qualquer pergunta inocente que derrete qualquer coração de mãe.

É, gente... a vida passa corre voa!






sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Project365-2013 - #004

04.01.2013

004-365/2013 - Meu afilhado me esperou o dia inteiro para andarmos de skate juntos, é um fofo, está todo empolgado, tadinho, eu dei umas 5 voltinhas e fiquei morta, e ele "mas já cansou?"... hhahahahaha... ai ai, velhoca e sedentária, vamos tentar reverter isso esse ano.

domingo, 29 de julho de 2012

KODA, repete comigo KO-DA

E cá estamos nós com uma terceira tentativa de manter um cachorro nessa casa. São SETE dias com um bebê por aqui, e até o momento nenhum morto, nem feridos.
Carolina e eu fomos ao shopping almoçar, e naquele dia pensei em sair para adotar um cachorrinho. Tenho visto alguns filhotes todas semana precisando de um lar, e nós querendo ter um cãozinho. Fato é que justamente naquele dia havia um lindo e fofo bichinho no petshop que me olhou com aqueles olhinhos zarolhos, e foi paixão à primeira vista. Como não se apaixonar!!!!!
Depois de um papo com a vendedora, eu querendo levar, mas com pena do meu bolso, afinal um cachorro de raça custa uma grana, e patati, patatá... eis que ela fala as palavras mágicas "dá pra parcelar em 10 vezes". Pronto, tá aqui o bicho morando com a gente.
Sei que fêmea é beeeeem mais fácil de ensinar, são mais calmas, apesar do cio ainda é melhor do que machos, mas isso também foi contra aos meus requisitos básicos, mesmo sendo um guri eu me apaixonei, mas torço pra que ele seja gay, afinal de contas, estamos na cAsA dAs loucAs, hehe.
O nome foi inspiração do filme Irmão Urso, já que ele se parece com um ursinho travesso, o Koda.
E é isso, passo importante para nós, Camila já se vira sozinha com ele (cof, cof... quase), e está gostando de ter "alguém" pra cuidar e não se sentir tão sozinha em casa. Carolina está feliz pois finalmente tem um bichinho de estimação que brinca com ela, e eu.... bem... confesso que tenho me sentido tensa, sempre alerta, não durmo direito, a fim de preservar minha casinha né, mas também estou adorando o nosso Koda.
Ele não é fofo???












quarta-feira, 18 de julho de 2012

Inconsolável


"Vão-se os anéis, ficam os dedos."


Não sei como escrever esse post sem parecer uma pessoa demasiadamente materialista. Será?
Não consigo me abrir com ninguém pois a maioria acha banal e facilmente superável o que vem acontecendo comigo nos últimos anos.
Não consigo pensar no assunto sem me achar uma tola e descuidada, que agora amarga pelo próprio erro.
Não consigo desabafar sobre o assunto sem chorar rios de lágrimas.
Estou inconsolável.
Inconformada.

O que será de nós nessa era digital? Como guardar nossas memórias, nossa história, como conservar as lembranças e mantê-las seguras?

Lembro sempre das palavras da minha mãe quando dizia que as únicas coisas que salvaria num caso de incêndio em casa eram os filhos e as fotos, o resto que incendiasse tudo.

A probabilidade de uma casa pegar fogo é infinitamente menor do que ser assaltada. E que ladrão entraria em nossa casa, antigamente, para roubar nossas fotografias, nosso álbuns e retratos nas paredes? Nenhum, isso só tem valor para a família.

Hoje em dia guardamos nossas fotos em computadores, HD's e laptops, e esses sim, têm valor.

Até 2007 eu tenho fotos reveladas, organizadas em álbuns, ordenadas... tudo certinho. Desde então passei a não revelar mais nenhuma, por falta de tempo, por excesso de fotos para escolher, pela dificuldade de enviar os arquivos, enfim, por preguiça. MAS, mantenho cópia das fotos em CD's, em álbuns virtuais na internet (claro que em qualidade inferior aos arquivos originais), e procurava manter cópia em vários HD's diferentes. Aliás, ainda faço isso.

Em casa eu costumava ter 5 HD's diferentes, todos com cópias das fotos. No computador principal, no computador da Carolina, no meu laptop, no laptop da Camila, num HD externo do computador principal e ainda num HD de bolso que sempre anda comigo.

Achava que estava segura, se por acaso eu derrubasse um HD teria cópia das fotos em outros lugares. Mas como nem sempre temos tempo de salvar tudo em todos os lugares, somente um ou dois HD's estavam sempre atualizados.

Eis que em janeiro de 2010 arrombaram minha casa e levaram TODOS os equipamentos de informática e câmeras fotográficas que tínhamos. O único laptop que sobrou tinha pouquíssimas fotos salvas. Mas, por uma obra de Deus (vou acreditar que tenha sido), o meu HD de bolso e o mais atualizado, foi "esquecido" no meio das roupas da Carolina, únicas que não foram roubadas, ou seja, eu tinha em mãos a minha vida, minhas fotos, todas elas.

MAS, perdi os vídeos, eles estavam todos no HD do computador principal, e no HD externo, ambos foram levados. Dos backups que eu tinha em DVD consegui recuperar até 2006, mas havia perdido definitivamente os vídeos de 2007 e 2008. Os de 2009 estavam no HD de bolso.

Nunca me conformei com isso, volta e meia eu me pegava lembrando dos momentos que não poderia recordar daqueles anos. Bola pra frente, as fotos estavam salvas e novos vídeos seriam feitos dali para frente.

Em fevereiro de 2011 roubaram meu celular e com ele foram-se fotos e vídeos.

Em fevereiro desse ano a Carolina formatou o cartão de memória da máquina digital, perdi vídeos e fotos importantíssimas, conforme já contei num post anterior AQUI.

Em junho iniciei um trabalho de backup dos meus arquivos, em mídias de DVD, que não são seguras também, podem não abrir mais depois de anos guardadas, mas, pelo menos isso ladrão não leva embora. Durante um final de semana consegui fazer backup de quase todos os anos de fotografia, e iria começar os backups dos vídeos na semana seguinte. Já tinha organizado, seriam necessários 15 DVD's para salvar todos de 2009 até 2012.

Eis que uma fatalidade (burrice, distração, desleixo) aconteceu. Derrubei meu HD externo com 1500 gigas de dados, e nele TODOS os vídeos salvos, ali, e somente ali, pois depois do roubo não recuperei os equipamentos de informática que eu tinha, o espaço estava meio apertado para guardar tudo, e enfim... aconteceu.

No momento estávamos as três em casa, era uma sexta-feira à noite, e eu chorava tão desesperadamente que todas choravam juntas, Carolina que adorava assistir aos vídeos era uma tristeza só. Parecia realmente que alguém tinha morrido, tamanho desespero em que fiquei.

A queda foi de 1 metro de altura, no sábado ainda tentei comprar uma gaveta (carcaça) nova pra ver se dava jeito... e nada. Mandei pra uma empresa especializada aqui em Curitiba, já na semana seguinte, orçamento de R$2.380,00 para recuperar os dados. Não deram jeito aqui então eu teria que enviar para a matriz da empresa no Canadá, frete de R$580,00 não reembolsável. Paguei. Foi. E ontem recebi a lista de dados possíveis de recuperar. Nessa lista apenas os vídeos de 2004, 2005 e 2006, justamente os únicos que tenho backup. O restante, de 2009, 2010, 2011 e 2012... perdidos e sem possibilidade de recuperação.

Mais lágrimas... e mais reflexão... como vou guardar esse material de forma segura? Devo voltar a usar fitas de VHS? Fotografar com filmes de 36 poses e guardar os negativos? Afinal que evolução e tecnologia é essa que não nos deixar seguros de nenhum jeito? Será o fim das nossas memórias?

Não sei o que pensar, é uma merda atrás da outra. E aí é que me sinto materialista, enxergo pessoas apontando o dedo pra mim e dizendo "meu filho aqui com câncer e ela chorando por causa de uns vídeos", ou então "minha filha morta numa acidente e ela chorando por causa de uns vídeos".

Pra quem me conhece e sabe o tanto de relíquia que guardo do passado deve imaginar a dor que estou sentindo, a tristeza em não ter mais os registros da Carolina cantando para mim no Dia das Mães na escola, isso porque eu não costumava fotografar, e sim filmar. Não tenho mais registros dos nossos natais em família... é Dona Lira, foi-se. As danças juninas, a galera cantando Parabéns em nossos aniversários, nossos vídeos de férias na praia, cantando juntas, falando besteiras, todos os shows que fomos nesses anos, e foram MUITOS, não sobrou nada.... e se sobrou foi muito pouco. A serenata dos 7 anos da Carolina, foi-se. As apresentações de Judô também, perdidas. Tantos e tantos momentos cotidianos que nem lembro, mas que adoraria relembrar num futuro próximo, e que agora, infelizmente, nunca mais será possível.

Foram-se os anéis... e uns 3 dedos.





segunda-feira, 25 de junho de 2012

Fim de um ciclo materno

Esse ano acaba um ciclo que eu tenho certeza sentirei MUITA falta, o das apresentações escolares. São 14 anos ininterruptos, começou em 1998 com a Camila no maternal, e termina agora, em 2012 com a Carolina no 4º ano do fundamental.

Adeus apresentações no Dia das Mães, adeus danças caipiras e vestidos caipiras, adeus apresentações de Natal. 

As apresentações da Camila foram tantas, nem sei se consigo ilustrar em fotos. Na pré-escola dela era tradição ter essas coisas todas, todo ano, além disso houve formatura do pré, com cerimônia, homenagens, diplomas e tudo mais, coisa que a Carol não teve. Aliás, se eu for comparar já me dá um aperto no coração, realmente a Pré-Escola CECI foi excelente pra Camila, que estudou lá durante 6 anos e rendeu tantas memórias boas, incomparáveis.

Mas, a Carolina ingressou numa escola maior, mais tradicional, e ao mesmo tempo menos interessada em blá blá blá de mãe, ensaio de dança e homenagens. Não que não houvesse, mas foi algo infinitamente mais simples se comparado ao que a Camila havia realizado.

Independente do grau de produção desses momentos, o importante mesmo foi participar deles, cada lágrima de alegria ao assistir aqueles pequenos cantando músicas bonitas pras mães... inesquecíveis mesmo!

Tenho um baú de tesouros, onde guardo todos os cartões, lembranças e mimos que ganhei no Dia das Mães, nesses 14 anos escolares das minhas filhotas, e eu sei, que ano que vem, mesmo não havendo apresentação ou gincana na escola, eu vou ganhar um mimo no dia (ai delas se não me fizerem um cartão!), e continuarei colecionando, cada um com seu significado e energia.
Enfim, esse ano é de muitas mudanças de fase, fim de ciclos, e confesso, tenho me sentido nostálgica, diria até meio depressiva em pensar que muita coisa vai mudar, naturalmente, e "perderei" as crianças da casa, definitivamente.

Enquanto uma completa 1 ano de namoro, a outra começa a sair da infância e entra na pré-adolescência.

Não ter mais crianças em casa dói. Entristece.

Se eu pudesse "congelaria" a vida só uns dois aninhos, depois eu juro, deixava a vida acontecer, mais conformada.






terça-feira, 19 de junho de 2012

Camila e Breno - 1 ano

Essas duas crianças grandes completaram 1 ano de namoro dia 9 de junho, e merecem meus parabéns, aliás, estão merecendo até um post nesse blog.
Já elogiei em Facebook, Twitter e afins, mas agora é oficial.
Também já tinha falado que não ficaria expondo a vidinha do casal, mas foi tão fofo, muitos presentes, e juntou com o Dia dos Namorados, ou seja, mais presentes ainda.
A anta loira aqui não fotografou o presente personalizado que "fizemos" (sim, a Camila também colocou a mão na massa), para presentear o Breno pelo primeiro ano de namoro, foi um fotolivro de 32 páginas, quadradinho e cheio de amor... vejam as montagens (de longe, pequenas, só pra ter uma ideia mesmo):


Camila recebeu flores logo cedo, aliás, eu recebi, motoqueiro olhou pra mim e perguntou "será que tá na casa certa, dona?". Pensei comigo "nossa, devo estar linda pro cara achar que ninguém me mandaria flores", mas não... não era eu o problema, estava anotado o número diferente, então confirmei "Camila é minha filha, é aqui sim, fica tranquilo".

Tãããããão bom receber flores, que mulher/menina não gosta, né?


Depois de passar o dia lambendo as fotos (não literalmente, claro), eles saíram pra jantar, e na volta do jantar saquei uma foto para fechar a noite com essa recordação (e mais um presente pra Camila, um coração gigante de pelúcia).





sábado, 9 de junho de 2012

Demi Lovato

Em abril fizemos uma viagem ao RJ, Camila e eu, bate e volta, o que é uma pena, pois eu adoraria passar muitos dias naquela cidade. Ô cidade linda, adoro ir pra lá, no entanto que só vamos aos shows no Rio de Janeiro, sendo que os mesmos shows acontecem em SP, que seria mais perto e tal. Não rola, não perco uma chance de estar no RJ, mesmo que seja para ficar menos de 24h por lá.
Ficamos hospedadas no mesmo hotel que a Demi Lovato, por ser próximo ao local do show, e é claro ter a chance de encontrá-la pelo saguão, conseguir uma foto e tietar a estrela teen internacional.
Chegamos no hotel e pela movimentação de seguranças e funcionários, ela havia saído sem passar pelo saguão, ou seja, tinha uma ligação direta do elevador com a garagem privada, e saída pelos fundos do hotel, seria beeeem difícil vê-la passar.
Tiramos a tarde para aproveitar o hotel, dar uma volta na praia, fotografar aqueles lugares que só temos a chance de ver pela TV.
Hora de ir pro show, uma hora e meia dentro de um táxi, pra rodar menos de 5km... confusão por causa do show? Nãnão... era uma quinta-feira, horário de trânsito intenso mesmo, mas aproveitamos pra conversar bastante com o motorista do táxi, foi bacana.
O show uma delícia. SIM, é bacana, muito legal, graças a Deus minha filha não curte um sertanejo, porque eu não teria paciência pra ouvir "quero tchu, quero tcha".
Bom, a estratégia montada era sair "voando" do show e voltar o mais rápido possível para o hotel, chegar ANTES deles e tentar um contato.
Na última música saímos correndo feito doidas, corri muito, coisa que pra uma sedentária é um perigo! hahaha... abordamos o primeiro táxi da fila e só dissemos "o mais rápido possível pro Shreraton".
O cara atendeu nosso pedido e "voou". Chegamos lá, já tinha uma pequena concentração de fãs na porta do hotel, entramos (ser hóspede ajuda bastante) e ficamos por ali.
De repente sobe da garagem a banda toda, guitarrista, backing vocals, e nós ali sorridentes e descabeladas.
Perguntei para as meninas se havia alguma chance de ver a Demi, e elas responderam que ela já havia subido (pelo elevador secreto). 
O guitarrista ficou impressionado com a nossa velocidade: "Como chegaram tão rápido?"
Ele até brincou no Twitter com a Camila depois "SPEED DEMON HAHA"
Batemos um papo com ele, Mike Manning, gente boa, e ficamos por ali, na expectativa.
Então o segurança pessoal dela começa a circular pelo saguão, vai até lá fora, fica encarando a Camila (éramos as únicas fãs no saguão do hotel até então), de repente ele se aproxima da gente e pergunta se a gente fala inglês. Respondemos que sim, e ele explicou que a Demi iria descer para atender as fãs que estavam ali, que ela atenderia primeiro a gente, que não era pra correr, empurrar, machucar, arranhar, gritar ou qualquer coisa parecida. MAS É CLARO QUE NÃO FAREMOS NADA DISSO!
Ele virou as costas a Camila começou a chorar, e eu também né.
A bateria da máquina fotográfica estava acabando, do celular idem... lá vem vindo aquele toco de menina no meio de 5 ou 6 seguranças enormes, ele aponta pra gente se aproximar, Camila chega tímida, dá um abraço apertado, recebe o mesmo carinho, elas trocam algumas palavras e eu.... bem.... eu estava gravando um vídeo com o celular, segurando a câmera com a outra mão, e não sabia pra onde olhar, então elas posaram pra foto, e eu cliquei, agradeci a atenção e ela foi atender o povo lá fora.
Em menos de 1min o saguão estava cheio de gente, tipo, umas 15 pessoas, sem chinelo, que saíram correndo de seus quartos quando a notícia se espalhou, muito engraçado.
E o vídeo de celular?? PERDI... travou, bateria fraca, sabe Deus... perdi. Mas a foto ficou linda, não pude fotografar mais depois, teria ótimas fotos dela... tracei a estratégia certa, mas esqueci do detalhe da câmera, mas assim.... se vou ao show e economizo bateria, e depois não conseguimos vê-la no hotel, iria me arrepender de não ter fotografado mais.... se gasto tudo no show e acontece dela convidar a gente pra um café no quarto dela... bem, aí eu me mataria de vez... hehehe... o mais importante não foi registrar o momento, e sim realizar o encontro, o sonho se tornar palpável, poder abraçar um ídolo, trocar umas palavras de carinho, isso vale muito mais!
O registro serve para poder olhar depois e sorrir mil vezes com as imagens, é poder "sentir" novamente aquele momento, reviver o sonho infinitamente.
Quem não tem ídolos? Quem não se sente feliz por ter uma foto ao lado de um famoso que admire? Não precisa ser artista de TV, nem cantor, pode ser um escritor, atleta.... essas imagens tornam-se históricas, marcantes e inesquecíveis em nossas vidas.


Todas as fotos do show estão no meu Flickr AQUI

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Carolina News

Novidades da Carolina versão 2012.

Está super moderna, cheia de atividades e cada dia mais figura.

Começou a fazer aulas de violão, ficou de mimimi no começo porque os dedos doíam, mas agora tá indo sem mimimi, e gostando bastante.

Continua no Jazz, duas vezes por semana.

Começou a fazer catequese (3 ANOS pela frente!) e diz que é sua aula favorita (que bom).

Na aula normal reclamava que a professora sempre a colocava nos lugares mais ao fundo, pelo tamanho dela, é claro, mas estava ficando ruim de enxergar. Em reunião a professora veio me dizer que ela andava resumindo os textos que deveria copiar do quadro. Achando que era malandragem da menina, veio me alertar, expliquei que não era, levei a fofa ao oftalmologista e a necessidade de óculos era real. Mesmos graus e problemas que a Camila, porém anos mais cedo. Será pelo uso continuo de computador ou apenas genética? Lá ser foram mais uns trocados com DOIS óculos para esses minhas mocinhas.

Para ilustrar o post uma foto da minha ruivinha de óculos. Tá linda!






segunda-feira, 4 de junho de 2012

Facebook

Estou sentindo que o Facebook tem tomado o lugar que deveria ser desse blog. Se tenho a intenção de registrar os acontecimentos marcantes da minha LINHA DO TEMPO, não é lá que vou poder guardar essas informações. Não tem como salvar a linha tempo do Facebook no meu computador, se eu dia eu me encher o saco de usar Facebook. Já aqui... é feito pra isso, portanto... passarei a blogar mais e compartilhar o link. Só assim mantenho meus registros do jeito que eu quero, e quem quiser me ler, clica no link.
Adoro o Facebook, mas lá tenho a sensação de ver a vida passar mais rápido com aquele Feed de Notícias rolando sem parar.


quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Mãe de menina

Curitiba, 25 de outubro de 2011.
Terça-feira.
Dia controverso.

Para Camila, um dia de novas experiências, sair da rotina, almoçar na casa do namoradinho pela primeira vez, tem noção da situação? Deu tudo certo, e isso é assunto dela, não vou expor nenhum deles, a exposição que eles mesmos se permitem basta (fotos no Twitter, Facebook, etc), é melhor respeitar né? Hehehehe. Não vou fofocar, mas dou meu apoio e têm minha aprovação!

Para Carolina, um dia de desilusão amorosa, tem noção DESSA situação? Aos 8 anos de idade, sofrendo e CHORANDO por causa do Edu. Ah que dó. Fiquei sabendo que rolou um stress com os dois, Carol ficou com ciúmes pois o Edu não falou com ela direito, não passou o recreio com ela, e nem na hora da natação eles conversaram!

Para Ilana, foi um dia de “E agora, José?”
As três dentro do carro, indo pra casa numa cena inusitada, quase patética, mas engraçada.
Camila querendo contar as novidades, Carol reclamando da má sorte, chorando e dizendo “é mãe... vou acabar igual você... solteira!”. Vejam a que terrível constatação ela chegou, HAHAHAHAHAHAHAHA... só rindo, e não na frente dela, lógico.

Conversamos ao chegar em casa, mas como explicar pra uma criança de 8 anos que não é a idade de estar falando sobre isso, que ela não devia sofrer por isso, muito menos chorar. Sugeri que ela não tratasse mais o assunto como “romance”, pois nessa idade isso é fantasia, brincadeira, não pode ser levado a sério. Ela tinha que ver o Edu como amigão, e só.  Na minha opinião não posso tratar o assunto com descaso, ignorar o contexto, podar os sentimentos. Tem que haver muito diálogo, explicações racionais que justifiquem os nossos “nãos” em se tratando de sentimentos. Pode comer bala antes do almoço? NÃO. Nesses casos nem acho que a gente precisa dar muita explicação, mas assunto do coração, que envolve demonstração de sentimentos... jamais podemos dizer “é assim mesmo, não dá bola, vai passar, esquece isso, engole o choro, é bobagem, é coisa de gente grande, etc, etc...”

Sei lá se estou viajando na maionese... mas é assim que eu penso.

Ser mãe de menina talvez seja muito mais fácil, pois sabemos nossas dores, o que sentimos, pelo que passamos, fica mais fácil entender as dores e os sabores das filhas, sei o que falar, como falar para aliviar uma angústia, sei explicar sintomas, dar exemplos.
Porém, mulher é um ser que passa por tantas provações na vida que acabo achando que quem tem vantagem mesmo é mãe de menino.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Remédios para emagrecer

Assunto polêmico, mas eu preciso desabafar... deixar registrada a minha opinião sobre remédios para emagrecer. Pra começar... gordo só se fode na vida, sei disso pois nunca fui uma pessoa magra, e quem não é magro... é gordo. Sofri horrores, ainda sofro, e vou sofrer sempre.

Oh dó... não tá contente, mude o jogo!

Tenha força de vontade!

Faça uma reeducação alimentar!

Vá pra academia!

Procure um nutricionista!

Faça terapia!

Mil e duzentos conselhos, mas peraí... será que eu nunca pensei nessas coisas antes?????

É claro que já. E dá pra incrementar a lista. Fato é que, além da genética, tem muito mais coisa envolvida nesse efeito sanfona constante. Genética, personalidade, condições de trabalho, logística familiar, tudo acaba influenciando na maneira como vivemos, nos hábitos alimentares e nas necessidades em tempos difíceis, em que só uma grande barra de chocolate é capaz de te acalmar.

A ANVISA proibiu a produção e comercialização de algumas anfetaminas no país, dentre elas o Femproporex, do qual tenho feito uso, com acompanhamento médico, e com muita consciência.

Sim, são as "malditas" fórmulas emagrecedoras, que fazem você perder peso magicamente e rapidamente, mas que são um perigo para a saúde, viciam, e ainda podem te matar.

Cair e bater a cabeça pode me matar.

Um AVC pode me matar.

Um tiro pode me matar.

Para morrer, basta estar vivo.

Quem bebe tem um vício que pode matar, nem por isso a bebida é proibida.

Quem fuma tem um vício que pode matar, nem por isso o cigarro é proibido.

Quem tem problemas para dormir, toma lá seu tarja preta e dorme feito bebê.

Quem tem pressão alta, toma lá seus comprimidos e vive normalmente.

Quem é gordo... bem... quem é gordo pode fazer uma bariátrica, academia, terapia e tomar vergonha na cara, ou cortar os pulsos, afinal, só é gordo quem quer. Não é bem assim que as coisas acontecem, gente?


O Conselho Federal de Medicina entrou com recurso para impedir a proibição, eles sabem o quanto muitos obesos (que não é o meu caso) precisam disso para SOBREviver, e não haverá substitutos, outro componente com o mesmo poder inibidor, ou seja, sabe-se lá o que vai ser dessa gente. Eu não sou gorda mórbida, tenho uns quilos a mais, acontece que tenho quase 40 anos, tenho tendência a engordar (genética), sou ex-fumante e não passa pela minha cabeça voltar a fumar, tenho trabalho e logística familiar que exigem que eu fique praticamente o dia todo sentada, e mais 532 dificuldades para ter uma "vida saudável".

Tá, beleza, muita gente está na mesma situação e dá um jeito.

Parabéns aos envolvidos... eu não consigo, por enquanto minha agenda não ajuda, mas o remédio sim.

domingo, 18 de setembro de 2011

Estádio com o papai - Project365 #261


18.09.11 [Domingo]

Dia de jogo do Atlético-PR... meninas foram no estádio com o papai. Foto para registrar o momento.



sábado, 10 de setembro de 2011

Sagu - Project365 #253

#253 by ilanatrevisan
#253, a photo by ilanatrevisan on Flickr.
Via Flickr:
10.09.11 [Sábado)

Sagu.... adoro!

Final de semana tranquilinho, Carol foi pra casa do papai e a Camila pra variar ficou em casa. Filhos de pais separados passam por isso será? Digo... chega uma hora que dá preguiça ficar pulando de galho em galho? Carolina fica sempre feliz e ansiosa esperando o final de semana do pai. Até quando? Tenho certeza que não é o pai o problema, mas a logística como um todo, afinal a nossa casa... é a nossa casa...
Enfim, enquanto houver diálogo e amizade, tudo será bem resolvido.
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