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domingo, 30 de maio de 2010

Família estranha

Agora virou moda (e eu aderi) colar uns adesivos no carro, que são uns bonequinhos representando a família. O nosso tem 3 bonequinhas, que seria eu, Camila e Carolina. Mas a maioria dos carros tem a família completa padrão, o papai, mamãe, filho, cachorro, gato, mais de um filho, etc, etc...
Carolina então enxerga um desses na frente e lá vem lamúria "minha família não é normal". Poxa vida! É normal sim para os dias de hoje, eu falo assim: "Tá vendo aquele carro ali sem adesivo? É de uma família igual a nossa, só que eles não têm adesivo"... hehehehe... psicologia embromatória.
A estatística mostra inúmeros casamentos mal sucedidos, grande número de pais separados, mas eu não sei onde eles se escondem. A diferença entre essas relações e eu, é que EU escolhi continuar solteira e não reformatar a família, enquanto a maioria das pessoas normais casa de novo, namora, arranja um padrasto ou madrasta para seus filhos, tem outros filhos, e assim os adesivos nos carros estarão sempre perfeitos, eu escolhi ser dona do meu nariz, da minha casa e inclusive, do meu carro. Capisce???

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Dias das Mães

E foi-se mais um Dia das Mães, comemorado em dois dias, no sábado customizamos uma bolsa, Carolina e eu, como atividade comemorativa na escola, muito divertido, adoramos!
No domingo comemoração com almoço em família na Galeteria Caxias, comida italiana, restaurante da minha terra natal, uma delícia. Depois do almoço fomos para a casa da minha mãe. Entreguei presentinho pra minha, ganhei mimos e abraços das filhotas, uma baguncinha rápida e boa. Ainda partimos pra casa da Vó Ana para entregar um mimo também a ela, que é mãe do pai, ou seja, mãe ao dobro e também merece. Lá recebi mais mimos vindos dela, que é sempre atenciosa comigo, sinto-me filha realmente.

Agora preciso me confessar, dizer que sinto falta de uma coisa no Dia das Mães, apesar de estar ao lado das filhas, curtir o dia com elas, receber cartões, presentinhos e carinho, sinto falta daquele lado "paterno". Não estou dizendo que sinto falta do ex-marido (pai delas), que fique bem claro isso, pois na verdade o que deixa a mãe orgulhosa é ouvir do pai dos seus rebentos que ele se sente feliz e orgulhoso por, JUNTOS, terem colocado no mundo os filhos, com certeza os bens mais preciosos de ambos. Não recebo nem mensagem pelo celular, nem telefone, nem nada. Será que estou esperando demais por algo que nem vale tanto a pena assim?
Entre alegria, mimos e abraços, com certeza meu dia foi muito feliz!

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