Páginas

domingo, 20 de outubro de 2013

Show do Aerosmith em Curitiba - 15/10/2013

Menos de um mês depois do show do Iron Maiden tivemos show do Aerosmith em Curitiba também, e nesse fomos eu, Camila e o Júlio César, ele com o pé quebrado, mas queria muito ver Whitesnake.
Os dois shows foram incríveis, mas eu estava lá para ver Steven Tyler arrasar, sou muito fã do cara.

Detalhe: mesmo na área VIP a gente fica muito longe do palco, na verdade esses ingressos VIP não tem NADA de VIP, o espaço chega a ser maior que a pista comum (mesmo caso no show do Iron Maiden), e como eu não gosto (nem a Camila) de ficar no meio da muvuca, ficamos sempre beirando o fim da premium.

Steven Tyler é o cara. Só tenho isso a dizer!

Essas fotos são do show de abertura, da banda Whitesnake.





Fotos do show do Aerosmith (não são minhas, claro)






quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Show do Iron Maiden em Curitiba - 24/09/13

Esse foi o primeiro show do Iron Maiden que eu levei a Camila, e por incrível que pareça foi o show que eu menos gostei, não sei se foi o frio cortante e insuportável que deixou o Bruce Dickinson meio paradão, ou se foi pelo fato da área vip ser gigante e estar entupida e tivemos que assistir ao show lá do canto sem nem conseguir ver o palco inteiro, ou se simplesmente a set list não era das minhas favoritas. Talvez uma mistura de tudo, mesmo assim, Iron Maiden é Iron Maiden, e os efeitos especiais estavam mais incríveis do que nos shows anteriores.


















quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Eu não nasci de óculos

Ano passado, logo no início das aulas, Carolina começou a queixar-se de não enxergar direito o que a professora escrevia no quadro. Levei-a ao oftalmologista e foi constatado que realmente ela tinha um pouco de miopia. Compramos o óculos com 0.5 graus de miopia em cada olho.
No final do ano ela continuava reclamando que não enxergava direito. Mas poxa vida, como assim?
O uso do óculos foi feito apenas na escola, durante o resto do dia ela não usava, para nenhuma outra atividade, como ler, assistir TV, ficar em frente ao computador.
Porém, junto com as reclamações de "não enxergo nada", vinha outra reclamação de "sou a mais alta da turma e a professora me deixa lá atrás, meu sonho é sentar na primeira carteira".
O mais comum é não haver um aumento no grau de miopia de um ano para outro, o que me levava a crer que era uma "desculpa" dela por querer sentar na primeira carteira, e não sempre no fundão. Fui levando, acabou o ano, começou outro ano e as mesmas reclamações. 
Até que veio bilhete da escola mandando eu levá-la ao oftalmologista, pois as queixas eram demais.
Levei, e quase caímos de costas.
O grau passou de 0,5 para 2,0 !!!!! Em menos de 1 ano!!!!
O médico quis fazer uns testes para investigar melhor... e chegou à conclusão de que o aumento ocorreu por ela ter forçado demais a visão durante esse ano.
Agora a ordem é usar os óculos o tempo todo, só tirar para dormir.

E tem um lado bom nessa estória... a reação da Carol ao colocar no rosto os novos óculos pela primeira vez, e andar pelo shopping... foi uma alegria sem fim, um novo (e não embaçado) mundo surgiu na sua frente, e para mim, que não imagino como seja "não enxergar", fiquei até emocionada, e me sentindo uma anta por duvidar da menina e fazer ela passar por tanto sofrimento durante 1 ano.

Desculpa, filha, prometo nunca mais duvidar de você! (ainda mais quando o assunto for saúde)




segunda-feira, 17 de junho de 2013

Yahoo respostas e propagandas indesejadas

Carolina estava fazendo lição agora há pouco que mandava pesquisar sobre Cavaleiro Andante, ela sentou em frente ao meu laptop e digitou no Google, aparece a pergunta no Yahoo, ela clica, abre e eu mando ela ler em voz alta pra eu ver se o conteúdo estava de acordo, e de repente ela começa a ler com mais entusiamo e bem alto:
"AUMENTE SEU PÊ*NIS EM ATÉ 10CM - mãe olha isso - SOMENTE COM EXERCÍCIOS - tá ouvindo mãe - AUMENTE SEU PÊ*NIS. VEJA COMO AGORA"

Pelo amor de Deus! Propaganda desse tipo assim, pra qualquer um ver? Tudo bem que no meu laptop não tem bloqueio de pesquisas por idade e tal, mas poxa vida... jamais imaginei... isso é spam pra e-mail, e é coisa que meu olho seletivo nem lê, a gente se acostuma a "pular" essas propagandas, enfim... foi  muito engraçado, pois ela está estudando o sistema urinário, o que já nos rendeu boas risadas antes com ela lendo os textos do livro em voz alta.

Inocência é tão bonitinho, né gente?






quarta-feira, 22 de maio de 2013

Tosa do Koda

O Koda estava passando pela segunda muda de pelos, segundo informações que li na internet, o Spitz Alemão passa por duas grandes mudas, uma aos 7 meses e outra por volta de 1 ano e meio. Bem, não procede a idade, antes de 7 meses o cara parecia que ía ficar careca, e agora com 11 meses também. Ou ele é um garoto precoce, ou a informação não bate, ou ainda pode variar em cada caso. Só espero que a informação de que são APENAS DUAS grandes mudas esteja correta, do contrário, vamos enlouquecer. Apesar da fama de loucas, até para nós é insano demais essa aguentar tanto pelo espalhado pela casa (fora da casa, flutuando pela casa).
Pesquisa daqui, procura dali, encontrei modelos de tosa bem fofos, outros nem tanto, vejam:




Essa tosa eu achei esquisitíssima, e tomei o modelo como "não fazer" com meu cachorro:


Bem, a moça que dá o banho toda semana não queria tosar o Koda, de jeito nenhuma, falou que era padrão da raça, que não costumam tosar o Spitz, bla bla bla... mas, que eu era a dona e a decisão era minha.
Conversei com algumas amigas donas de cães peludos e foi unânime: pode tosar!
Pelos crescem numa velocidade incrível (mulheres bem sabem disso), se ficasse muito ruim, em menos de 5 meses ele já estaria coberto de pelos longos outra vez.

Então foi feito, nosso querido cão de pelos longos não existe mais, é um novo cachorro, mas ainda fofo, aliás, ele parece bem mais jovem, e a gente o ama mesmo assim.


Ah, deixa eu contar para vocês, criei uma página no Facebook para contar as aventuras desse moleque, já tem bastante gente curtindo, se quiser ficar por dentro e dar algumas risadas, curte lá!



terça-feira, 21 de maio de 2013

Não sou mais mãe de criança!

É uma triste realidade, afinal Carolina só tem 10 anos, mas pelo "tamanhão" dela posso me considerar destituída da função "mãe de criança".
Esse blog começou justamente para troca de informações e amizade entre mães, em 2004 Carolina tinha 1 aninho, e Camila apenas 7. Entrei em vários grupos de mães, fiz muitas amizades virtuais, outras tantas viraram amizade real, e o contato continua, porém, eu era a que tinha a filha mais velha na época, hoje em dia as amigas de outrora continuam sendo "mãe de criança" e eu não mais.
A fase dos blogs acabou, acho que só eu mantenho o meu ativo (ativo não praticante, na verdade) mas morro de saudades daquela época, é algo que ficará pra vida toda.
A questão é que não compro mais roupa em loja infantil, Carolina já está cabendo no P adulto, calçados tamanho 36/37 também já não existem mais no departamento infantil, não tem mais apresentação de Dia das Mães na escola (isso merece post à parte), não tem mais dança na Festa Junina, esse ano é o último que eles têm direito a brincar no parquinho de diversões na escola. Limpar bunda, servir prato, cortar unha. Acabou, gente, acabou!!!!! 
Frustrante também para o meu lado profissional, afinal quando eu comecei a Trevisart foi por conta dos convites infantis que fazia para minhas filhas, eu entendia TUDO de personagens infantis, vamos relembrar:
- Caillou... Caillou... sou eu!
- Jay Jay o jatinho
- Pink Dink Doo
- Fifi e os Floriguinhos
- Charlie e Lola
- Clifford
- Save-ums
- Cubolândia
- Poko (Po po po poko)
- Little Robots
- Os Irmãos Coala
- Little People
- Harry e o Balde de Dinossauros
- Barney
- Mecanimais
- Lazy Town
- Bob o Construtor
- Thomas e seus amigos
- Hi-5
- Backyardigans (praticamente os únicos ainda com vida)

QUANTA SAUDADE, se é que vocês me entendem.
A constatação de que não sou mais mãe de criança me faz sofrer, entrar em depressão. Sério.
Não que eu esteja renegando a adolescência delas, enquanto passei por uma ainda pude curtir a infância da outra, mas agora são duas, agora são as duas crescidas. Daqui a pouco não sobrará resquício de criança na cAsA dAs loucAs, não é pra se afogar num mar de lamentações?

É por essas e outras que insisto em ter o Koda comigo, pelo menos com ele eu posso falar como bebê, posso correr atrás dele brincando de pega-pega, ralhar dizendo "não pode!", dar comida na boquinha, limpar xixi e cocô, levar para passear, manter gradinha na escada para ele não passar, cuidar pra não deixar objeto pequeno no chão pra ele não engasgar, comprar cobertinha de bebê, e por aí vai a minha carência de crianças na casa. 

Só tem um porém... Koda não é humano, e jamais vai cantar uma canção pra mim no Dia das Mães, ou fazer qualquer pergunta inocente que derrete qualquer coração de mãe.

É, gente... a vida passa corre voa!






quarta-feira, 17 de abril de 2013

Guerra de Tortuguitas

Camila adora Tortuguita, a azul. Na Páscoa comprei uma caixa com 24 unidades para ela, porém coloquei algumas unidades na sacola da Carolina também. Dentro dessa sacola foram guardadas as outras coisas que ela ganharam, e para não ficar exposto esse monte de chocolate, guardei as sacolas onde havia mais espaço, ou seja, numa porta do guarda-roupa da Carolina.

Camila devorou os ovos que ganhou em poucos dias, Carolina nem abriu os seus ainda.
Na sacola da Camila havia apenas as Tortuguitas, alguns bombons e uma barra. A sacola da Carolina continua cheia.

Então, Camila vê Carolina abrindo uma Tortuguita e questiona:

[abre parênteses]
Camila questiona "daquele" jeito suuuuper simpático e cordial. Só que não.
[fecha parênteses]

- Da onde essa Tortuguita?

Carolina congela e simplesmente arremessa a Tortuguita contra a Camila, só que erra e a bendita tartaruga se espatifa em mil pedaços pelo quarto.

Ouço portas batendo, gritos histéricos, palavrões, choro, quase pancadaria.

Subo para ver o que está acontecendo, e então nos deparamos com a sacola da Camila cheia de papéis de Tortuguita, todos vazios.

Ninguém mandou eu guardar o ouro no quarto do inimigo.

Perdeu, Camila, perdeu!

(Pior de tudo é saber que a Dona Carolina continua comendo doce às escondidas, outra vez terei que esconder as guloseimas, ou nem comprar, que é mais saudável, hunf...)

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Mamãe Rock n´ Roll


E daí que hoje tinha reunião na escola da Carolina, reunião normal, de todo bimestre.
Então a professora comenta que Carolina foi mal numa prova, e que foi conversar com ela sobre a prova, quais as dificuldades e tal... então Carolina justifica:

- Sabe professora, é que minha mãe é rockeira, e eu não consegui estudar para essa prova por causa da música alta.

A professora esperava que chegasse lá uma mãe cheia de tatuagem, piercing, camiseta de rock e cabelo azul, uma mãe mutcho porra loca né.

É muita criatividade dessa menina.

Brindes do McDonald´s

Antes do Natal, e como todo final de ano, faço uma seleção de brinquedos para doar, e é incrível como sempre tem um monte, e BROTA brinquedo sabe Deus de onde!
Além dos brinquedos ganhos nas ocasiões especiais (Natal, aniversário, dia das crianças) ainda colecionamos brindes do McDonalds.
A tradição de comer lá TODO domingo acabou já faz um tempo (desde que o drive-thru começou a demorar 40min para me liberar, e também eu enjoei, eu, elas não...) porém foram muitos anos de lanches e mais lanches, desde a época da Camila, e considerando que já doei muitos brindes nesses anos, a quantidade de brinquedos dessa espécie ainda é enorme em minha casa.
Decidimos doar... TUDO... ficar apenas com alguns mais especiais. Antes disso convidei a Carol para catalogarmos nossas coleções (algumas, pois pra organizar todas levaríamos mais de um dia).
E assim fizemos, fotografamos algumas coleções mais especiais e completas.



Sentiremos saudades... mas não sentiremos falta, afinal, com tanto brinquedo, jogo, video-game, internet e outras tantas atividades, esses brinquedos farão a alegria de outras crianças, tenho certeza.

Monstros Vs. Alienígenas

Shrek

Madagascar

Rio

Monstros S/A

Avatar

Gato de Botas

Pinguins do Madagascar


sexta-feira, 15 de março de 2013

Bichos de Estimação: Compra x Adoção

Sempre amei cachorros, desde criança lembro das inúmeras vezes que pedi um cachorro para minha mãe. Tenho uma cicatriz no rosto até hoje causada por uma mordida de cão (que quase me acertou o olho). Eu tinha uns 5 anos (ou menos) e estava na casa de uma vizinha, a lembrança é viva e muito real, lembro da cara do cachorro inclusive, eu deitei no chão, com a barriga pra baixo e fiquei "nariz com nariz" com ele, segurando com força pelas orelhas, eu queria dar um BEIJO, mas quem me "beijou" com os dentes foi ele.

Trauma? Sim. Com certeza.

Passei a ter medo de cachorro, mas continuei amando.

Por volta de 10-11 anos de idade eu sempre tinha que ir a pé na casa da minha vó, e no caminho havia muitos cães na rua, alguns deles avançavam nas pessoas que passavam, eu ficava imóvel entoando uma reza que minha mãe mandava eu fazer: "São Roque, São Roque, não deixe que esse cachorro me toque". Depois de alguns segundos eu começava a andar devagarinho e o cachorro me deixava passar. Nessa mesma época vi também o cachorro da minha tia cravar os dentes na perna do meu irmão, um horror, tadinho. Memórias caninas da minha infância!

Meu gatinho preto, Chico.
Em uma ocasião levei pra casa um bicho que achei na rua. O Chico, um gato preto lindão. Permaneceu conosco durante muitos anos, quase não parava em casa, vinha comer as cabeças de galinha que eu comprava na mercearia em Caxias do Sul. Quando viemos morar em Curitiba, eu tinha 13 anos, e deixei o Chico com os novos donos da casa. Ele ainda viveu por muitos anos lá, e depois sumiu, deve ter morrido, claro, de velho.

Em Curitiba viemos pra morar em apartamento, minha mãe nunca gostou de bichos, especialmente cachorros (ela não sabe lidar com eles, são ETs para ela), e eu já nem falava mais em ter um, aliás, o medo deles ainda permanecia em mim. 

Quando comecei a namorar o Júlio (pai das minhas filhas), meus sogros tinham o Oliver, um Yorkshire lindo. Vocês acreditariam se eu dissesse que a primeira vez que fui na casa deles eu não entrei por medo do cachorro? Paralisei, pensando no São Roque, o bichinho latia muito, e só depois que alguém o segurou no colo que eu entrei. Vergonha, me deixem. Depois de um tempo é claro que vi que ele não demonstrava perigo e aí eu vivia fazendo carinho nele, aquele amor contido nunca me largou, é fato.

Teddy
Enquanto adolescente tive tartaruga e hamster. Depois que as filhas nasceram dei um coelho para Camila, tivemos aquário, a Carol teve tartaruga, peixinho, hamster, e até dois cachorros (por pouco tempo, é claro), um poodle vira-lata (Teddy) e uma vira-lata pura, a Kika Ralio.

 O Teddy morou uma semana com a gente. Infelizmente a Kika também não durou muito, apenas alguns meses. Eu trabalhava fora o dia todo, a cadelinha ficava em casa com minha mãe, a empregada, Carol tinha 3 anos, Camila 9, e todas despreparadas para cuidar de um cachorro.

KIKA RALIO
A Kika foi muito mimada, voltava do petshop sempre com roupa nova, mas era um bebê e aprontava muito, além de ter um defeito que inviabilizou tudo: ela pulava e avançava nas pessoas. Mas não era um pulinho fofo que cachorro dá, sabe? Eram pulos na altura da cintura da gente... meio genético pois os pais dela pulavam uma altura absurda que eu constatei quando fui resgatá-la. Como ela ficava mais tempo com a empregada, e iriamos viajar, a empregada levou a Kika pra casa dela, com casinha e acessórios todos. Conclusão: Kika mora lá até hoje, e nós ficamos sem cachorro mais uma vez.

Koda, o cão
A Camila sempre teve medo de cachorro, apesar de pegar no colo, é só o bicho rosnar que ela já não sabe o que fazer, Carolina idem, eu nunca tive EFETIVAMENTE um cachorro, mas vontade de cuidar de um, sim. Sempre que vamos ao shopping paramos para ver os filhotes na vitrine do petshop, numa dessas vezes um cão diferente, de uma raça diferente, olhou pra mim, mas olhou no olho, profundamente, e olhou de novo, e eu me apaixonei por ele. Era o Koda. COMPREI, fui pra casa feliz da vida e entrei no mundo canino. Em 2005 nem Facebook eu tinha... meu mundo era blog de mãe, criei a Trevisart, e o mundo dos bichos não era do meu interesse. 

Daí que hoje existe Facebook, redes sociais, muita  informação, e eu passei a me interessar pelo assunto, quer dizer, estou decidida a fazer dar certo, a ultrapassar os poucos meses que fiquei com outros cães e por falta de experiência só me resta pesquisar, ler, ir atrás de dicas para uma boa convivência e termos sucesso com o bichinho.

Acontece que mergulhei demais nesse mundo e descobri que eu (praticamente) cometi um crime! EU COMPREI UM CACHORRO! Sim, eu PAGUEI pra ter um cachorro de raça, e isso faz de mim uma pessoa vaidosa, egoísta, sem coração. Pelo menos é o que eu leio todos os dias nos perfis de proteção animal. Tenho muita vontade de ajudar essas ONGs que recolhem animais da rua, veja tanta foto de cachorro doente, atropelado, mal tratado, e eu não faço nada, o máximo que faço é comprar uma rifa, isso tudo porque eu paguei por um cachorro e sabe lá o que essa gente, que acha que o fiz por vaidade, vai pensar.

Eu JAMAIS imaginei que para ter um cachorro de raça eu estaria financiando maus tratos, canis clandestinos, atrocidades com cães matrizes, mantidos presos e procriando sem parar. Eu JAMAIS imaginei que pagar por um cachorro financiaria uma rede de exploradores de cães. SOU INOCENTE! Eu não sabia! Eu não sabia!

Agora eu sei, mas o meu questionamento mudou, e não tenho coragem de perguntar para quem entende do assunto, pois vão me julgar, mas a dúvida é a seguinte: se não devemos COMPRAR cães de raça, o que será deles, que fim terão? Como preservar as raças? Existem canis confiáveis? Posso pagar para ter um cachorro se eu souber a procedência do canil? Como posso ter certeza que o canil não escraviza cães?

Fiquei pensando nisso, e não chego a nenhuma conclusão, pois não é politicamente correto falar no assunto. Se alguém quer um cão a primeira coisa que passa pela cabeça é "comprar". Mas como dinheiro não dá em árvore, "ganhar" é mais vantagem, foi assim com a Kika, eu não adotei, eu ganhei (na minha ignorância do assunto eu nem sabia que tinha adotado, pra mim eu ganhei um cachorro, mesmo que vira-lata, eu não fazia ideia que haviam lugares que doavam cães, hoje eu sei disso).

Assim como eu desconhecia o assunto, acredito que MUITA gente que nem tem bicho de estimação, ou que tem porque ganhou, saiba disso tudo também. Não somos obrigados a tomar conhecimento de todas as mazelas do mundo, mas tem gente que não entende isso, tem gente que julga, xinga e acusa como se todo dono de um cãozinho de raça fechasse os olhos para esse "mundo cão".

Por enquanto estou fazendo minha parte, cuidando muito bem do meu Koda, ele já está castrado desde os 6 meses, vacinado, banho toda semana, ração da melhor, anti-pulgas mensal, ossos novos para roer, e muito amor, muito carinho, mesmo ele sendo um chato, às vezes... rsrsrsrs

Quando eu me aposentar terei vários cães adotados, tenho certeza, por hora continuarei ajudando na causa, é o que me "tocou" no momento.


sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Project365-2013 - #004

04.01.2013

004-365/2013 - Meu afilhado me esperou o dia inteiro para andarmos de skate juntos, é um fofo, está todo empolgado, tadinho, eu dei umas 5 voltinhas e fiquei morta, e ele "mas já cansou?"... hhahahahaha... ai ai, velhoca e sedentária, vamos tentar reverter isso esse ano.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Project365-2013 - #003


Trabalhei até mais tarde, comi um pãozinho com presunto e queijo lá, chegando em casa, sem muita opção para comer, fiz uma pipoquinha para assistir TV. Jantar de hoje!
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...