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quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Rock in Rio 2015 Eu Fui


Quando eu soube que o Adam Lambert estaria em solo brasileiro pela primeira vez, cantando com o Queen no Rock in Rio, decidi que eu estaria lá, no matter what.
Camila fez chantagem, choromingou e disse que também queria ir, mas eu falei que queria ir sozinha! Já me imaginava na grade chorando e gritando histericamente feito menina de 13 anos, e para isso eu não precisava de testemunhas. Mas a Camila consegue ser a pessoa mais chata do universo às vezes rsrsrsrs. Quando abriram as vendas dos ingressos eu já estava na fila do site aguardando. Eu não sabia se conseguiria, em 2013 tentei comprar pro Iron Maiden mas os ingressos esgotaram em menos de uma hora. Eu estava realmente apreensiva.
MAS.... o santo protetor das fãs ajudou, e consegui comprar os ingressos. Como parcelava em 4 vezes, decidi levar a Camila comigo. Valor do ingresso R$300,00 inteira e mais R$175,00 meia entrada.
Logo em seguida parti para comprar as passagens aéreas, com 5 meses de antecedência consegui preços bacanas. Hospedagem no Rio de Janeiro tenho sempre na casa da minha amiga Estela (e minha cara-de-pau me acompanha). Pronto, seriam longos 5 meses de espera.
Após esgotarem os ingressos do RIR começam a pipocar os shows em outras cidades, o Queen tocou em São Paulo e Porto Alegre. Vontade de ir atrás do Adam Lambert não faltou, o que faltou mesmo foram os "plaquê de 100".
Eis que chegou o mês de setembro e com ele a tão sonhada viagem para o Rock in Rio.
O show foi no primeiro dia de festival, ou seja, na sexta-feira, dia 18/09/2015. Viajamos nesse dia mesmo, pela manhã.



 


Chegamos no Rio de Janeiro e fomos largar as malas no escritório da amiga Estela que é bem próximo ao aeroporto Santos Dumont. A intenção era almoçar e já ir para a cidade do rock, porém, acabamos nos enrolando MUITO e saímos de casa por volta das 15h30.
MEU DEUS QUE NOVELA!

Hoje se me perguntarem se eu iria novamente para outro festival desse eu diria que NÃO, pelo sufoco que foi chegar e sair do local do show. Apesar de toda logística com ônibus exclusivo, chegar até o terminal para pegar esse ônibu foi uma lenda. Pegamos um táxi em Ipanema até o terminal Alvorada, distância de 20km e levamos 1h30 dentro do táxi. Trânsito caótico na região para quem chegava de carro / táxi. Mas a vista sempre linda!



No tal Terminal Alvorada é que foi o maior tumulto... surra de fila, fila pra todo lado. Ficamos numa fila imensa para comprar o bilhete ida e volta até a cidade do rock. Depois fila para embarcar nos ônibus. Surreal o tamanho das filas, é claro que tivemos que dar "aquela" furadinha para economizar um tempo. ENTRAMOS NO BUSÃO! Do terminal até o local de desembarque foram 20 minutos dentro do ônibus, e quando desembarcamos, achamos que era ali... ou logo ali... que nada... mais 20 minutos ANDANDO até a entrada.


Finalmente chegamos ao local às 19h50, uma odisseia de 4 horas para estar lá dentro. Chegamos e já estava rolando o primeiro show principal da noite. Um mar de gente, o lugar é muito grande, para ir de um lado para o outro leva muito tempo, mas vale a pena, o lugar é incrível.

 



As filas lá dentro para comprar bebida e comida também foram exaustivas, fila no banheiro até que não peguei, pois fui assim que cheguei, e antes de ir embora, tive sorte, porém, banheiros alagados, bastante usados, sem papel, bem ruim.

A programação do dia 18/09/2015 do Rock in Rio foi essa:



Estávamos lá para ver Adam Lambert + Queen, porém adoramos Onerepublic e também The Script, os shows de ambos foram incríveis e inesquecíveis.

The Script

The Script

Onerepublic

Onerepublic

Onerepublic

Conseguimos ficar num lugar até que próximo do palco principal para assistir Adam Lambert, mas era muita gente, mais de 80 mil pessoas! Para ficar mais próximo teríamos que ter ido de manhã, e olhe lá!



O show foi incrível, Adam Lambert é a simpatia em pessoa, que voz maravilhosa, que presença de palco, que humildade do meu amor. Graças a Deus ninguém vaiou, nem quando ele tocou a música dele (The Original High).
Abaixo algumas fotos salvas da internet (nós conseguimos poucas fotos, eu mesma não tirei nenhuma, estava totalmente focada em olhar pro Adam hahahahaha)









Antes de terminar o show, faltando umas 3 ou 4 música, eu estava "nas últimas", não aguentava mais ficar em pé, então resolvemos sair lá do meio da galera e ir sentar um pouco. Foram 15 minutos andando até conseguir chegar num lugar pra sentar, literalmente navegamos num mar de gente.

Quando acabou teve um show de fogos bem lindo, e aí começou a batalha para voltar para casa.
Anda, anda, anda até chegar no ponto do ônibus. Fila do ônibus. Anda, anda, anda até chegar no ponto do táxi. Fila do táxi. Tarifas fixas por bairro, o nosso míseros 80 reais. Enfim chegamos em casa quase 5h, e tudo acabou bem.

Se eu iria em uma nova edição? Até iria se fosse pra ver Adam Lambert novamente, mas só por ele.

Aliás, no dia seguinte ao show nós saímos de casa de manhã e nos plantamos em frente ao hotel onde eles estavam hospedados, esperamos até 22h a fim de ver o Adam, e foi o ÚNICO que não apareceu, não saiu do hotel, viado.

Só o Brian May e um outro músico da banda que chegou pra falar com as pessoas que aguardavam em frente ao hotel. Roger Taylor acenou de longe e entrou no carro.




Depois de um dia inteiro EM PÉ na frente do hotel, voltamos pra casa frustradas, porém felizes!
E no dia seguinte voltamos pra casa, ainda deu tempo de tirar umas fotinhos no aeroporto.















terça-feira, 29 de julho de 2014

Um peladão em Curitiba

Dia 26 de julho de 2014, inverno, sábado 7h10 da manhã, temperatura por volta de 6 graus, e a gente se depara com uma cena inusitada: um indivíduo peladão atravessando na faixa de segurança na esquina da Dr.Pedrosa com a Rua 24 de Maio, seguiu praça Rui Barbosa adentro.
Dizem que foi preso... hahahahahahahahahaha
Dizem também que encontrar nego pelado em Curitiba é fácil, volta e meia aparece um circulando, fato é que eu nunca tinha visto isso em 40 anos de vida (tirando os tarados que mostravam o pinto na rua quando eu era criança lá em Caxias do Sul).

Não vou colocar tarja, afinal bunda a gente vê na TV todo dia!







http://www.bandab.com.br/jornalismo/peladao-caminha-pelas-ruas-centro-e-fotos-de-curitibanos-perplexos-invadem-redes-sociais/


segunda-feira, 14 de julho de 2014

Cão para adoção em Curitiba - Sirius Black

EDIÇÃO: O SIRIUS FOI ADOTADOOOOOOOOO!!! E o melhor, a pessoa que o levou pegou mais um filhote do terreno, o penúltimo, ou seja, só temos mais um morando no inferno. Ontem mesmo os dois restantes foram queimados com cigarro pelos "nóia" da região, muito triste, porém farei o possível para que esse último encontre uma família.

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Pra quem não viu o post origem, por favor acesso o link abaixo primeiro para entender a história desse filhote lindinho:

http://casadasloucas.blogspot.com.br/2014/07/cao-para-adocao-em-curitiba-dobby.html

E agora conheçam o Sirius Black, um filhote macho, com 2 meses, porte médio podendo chegar a grande (a mãe é porte M, mas o pai desconhecido), está vacinado, já tomou vermífugo, mas está na rua ainda e corre perigo de ser atropelado. Quem tem um quintal precisando de um amigo?







sexta-feira, 11 de julho de 2014

Cão para adoção em Curitiba - Dobby

EDIÇÃO - DOBBY ADOTADO!!!!!!!!


É incrível a lealdade de um cão, mesmo tão pequeno é capaz de seguir seu humano em qualquer lugar, viver em qualquer situação, desde que o tenha ao seu lado. Essa é a estória do Dobby e seus irmãos.

Perto da minha casa tem um senhor chamado Bira, ele é alcoólatra e drogado, sobrevive sabe Deus como, sua casa pegou fogo e ele mora num resto de construção no terreno. Ele sempre teve muitos cães, essa foto, por exemplo, tirei em maio de 2013, aproveitei que tive que parar o carro para ele passar e cliquei.

Esse ano aconteceu de 3 cadelas darem cria ao mesmo tempo, ao todo sobreviveram 18 filhotes, que viveram nessa condição durante um mês, vejam:











 

 

Imaginem o barulho de choro de filhote, as brigas e a confusão nesse terreno. Quando os bebês começaram a andar a coisa piorou, vários atropelados. A pessoa que assumiu a situação foi a Sonia, que conheci através dessa história e quem admiro muito, castrou as 3 cadelas, vacinou todos os filhotes, e com a ajuda dos amigos dela conseguiu doar quase todos, restando apenas 5. Desses 5 ela acabou ficando com uma fêmea atropelada, e os outros 4 (todos machos) permaneceram com o Bira.

Aí eu resolvi ajudar, me comprometi a levá-los em feiras de adoção e divulgar no Facebook, para tentar encontrar um lar para cada um deles, apesar de serem porte grande, o que dificulta a adoção, tenho fé que vamos encontrar famílias disponíveis e com o coração aberto para receber um anjinho desses.

Hoje levei o Dobby pra casa (nome escolhido pela Carol) e fiquei impressionada com o "trauma" do bebê. Ele não parou de chorar, quando o larguei no chão foi correndo para o portão, como quem diz "me leva pra casa", quando o instalei no quintal, com conforto, comida, água, cobertas, roupinha, ele não reagiu a nada. Não comeu, não bebeu água, não se mexia, só chorando, afinal ele estava acostumado a viver na matilha, sempre com companhia. Disseram que hoje ele apanhou muito do Bira, que é o mais quietinho e é o que mais apanha. Pode isso? Que dó... nem quero entrar no mérito da condição mental do Bira, temos é que retirar os filhotes daquele inferno, restam apenas 4, farei a minha parte, na medida das minhas possibilidades, ou seja, consigo manter um por vez na minha casa, pois trabalho fora e não posso me dedicar a cuidar de muitos filhotes ao mesmo tempo, pra manter tudo limpo e em condições, tem que ser um por vez (apesar de que manter filhote sozinho é triste, eles choram, mas logo acostumam, só precisa de paciência).

Espero que em uma semana na minha casa eu consiga melhorar o cocô dando uma boa ração, consiga fazer ele entender que a vida no inferno acabou, que carinho existe, mesmo ele não sabendo o que é, que dormir ao relento não é opção com esse frio. Alimento e água graças a ajuda da Sonia e de outros vizinhos locais, todos recebem direitinho, já fiz minha doação de ração pra eles, dei um colchão pro Bira também (repararam o estado do colchão em que os cachorros ficavam?), mas não adianta doar muita coisa, ele não tem onde guardar, abrigar, ele mora praticamente ao relento.

Esse é o Dobby, quem puder ajudar na divulgação, por favor, compartilhem no Facebook o post com as fotos deles.









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Edição: Depois de 3 dias comigo já posso dizer que esse menino Dobby é um Lord. Muito bonzinho, só faz as necessidades quando está fora de casa (claro que levo ele com frequência para evitar acidentes), só faz cocô uma vez por dia, come pouco, fica quietinho no cantinho dele, só chora quando está sozinho (normal de filhote novinho), obedece, dorme a noite toda (do lado da minha cama), não destruiu nada no quintal, ou seja, um filhote que vai se adaptar fácil em qualquer família com o coração aberto.

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Mais um filhote pra adoção, conheçam o Sirius Black, um lindo pretinho básico pra aquecer seu coração.










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