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quarta-feira, 22 de maio de 2013

Tosa do Koda

O Koda estava passando pela segunda muda de pelos, segundo informações que li na internet, o Spitz Alemão passa por duas grandes mudas, uma aos 7 meses e outra por volta de 1 ano e meio. Bem, não procede a idade, antes de 7 meses o cara parecia que ía ficar careca, e agora com 11 meses também. Ou ele é um garoto precoce, ou a informação não bate, ou ainda pode variar em cada caso. Só espero que a informação de que são APENAS DUAS grandes mudas esteja correta, do contrário, vamos enlouquecer. Apesar da fama de loucas, até para nós é insano demais essa aguentar tanto pelo espalhado pela casa (fora da casa, flutuando pela casa).
Pesquisa daqui, procura dali, encontrei modelos de tosa bem fofos, outros nem tanto, vejam:




Essa tosa eu achei esquisitíssima, e tomei o modelo como "não fazer" com meu cachorro:


Bem, a moça que dá o banho toda semana não queria tosar o Koda, de jeito nenhuma, falou que era padrão da raça, que não costumam tosar o Spitz, bla bla bla... mas, que eu era a dona e a decisão era minha.
Conversei com algumas amigas donas de cães peludos e foi unânime: pode tosar!
Pelos crescem numa velocidade incrível (mulheres bem sabem disso), se ficasse muito ruim, em menos de 5 meses ele já estaria coberto de pelos longos outra vez.

Então foi feito, nosso querido cão de pelos longos não existe mais, é um novo cachorro, mas ainda fofo, aliás, ele parece bem mais jovem, e a gente o ama mesmo assim.


Ah, deixa eu contar para vocês, criei uma página no Facebook para contar as aventuras desse moleque, já tem bastante gente curtindo, se quiser ficar por dentro e dar algumas risadas, curte lá!



terça-feira, 21 de maio de 2013

Não sou mais mãe de criança!

É uma triste realidade, afinal Carolina só tem 10 anos, mas pelo "tamanhão" dela posso me considerar destituída da função "mãe de criança".
Esse blog começou justamente para troca de informações e amizade entre mães, em 2004 Carolina tinha 1 aninho, e Camila apenas 7. Entrei em vários grupos de mães, fiz muitas amizades virtuais, outras tantas viraram amizade real, e o contato continua, porém, eu era a que tinha a filha mais velha na época, hoje em dia as amigas de outrora continuam sendo "mãe de criança" e eu não mais.
A fase dos blogs acabou, acho que só eu mantenho o meu ativo (ativo não praticante, na verdade) mas morro de saudades daquela época, é algo que ficará pra vida toda.
A questão é que não compro mais roupa em loja infantil, Carolina já está cabendo no P adulto, calçados tamanho 36/37 também já não existem mais no departamento infantil, não tem mais apresentação de Dia das Mães na escola (isso merece post à parte), não tem mais dança na Festa Junina, esse ano é o último que eles têm direito a brincar no parquinho de diversões na escola. Limpar bunda, servir prato, cortar unha. Acabou, gente, acabou!!!!! 
Frustrante também para o meu lado profissional, afinal quando eu comecei a Trevisart foi por conta dos convites infantis que fazia para minhas filhas, eu entendia TUDO de personagens infantis, vamos relembrar:
- Caillou... Caillou... sou eu!
- Jay Jay o jatinho
- Pink Dink Doo
- Fifi e os Floriguinhos
- Charlie e Lola
- Clifford
- Save-ums
- Cubolândia
- Poko (Po po po poko)
- Little Robots
- Os Irmãos Coala
- Little People
- Harry e o Balde de Dinossauros
- Barney
- Mecanimais
- Lazy Town
- Bob o Construtor
- Thomas e seus amigos
- Hi-5
- Backyardigans (praticamente os únicos ainda com vida)

QUANTA SAUDADE, se é que vocês me entendem.
A constatação de que não sou mais mãe de criança me faz sofrer, entrar em depressão. Sério.
Não que eu esteja renegando a adolescência delas, enquanto passei por uma ainda pude curtir a infância da outra, mas agora são duas, agora são as duas crescidas. Daqui a pouco não sobrará resquício de criança na cAsA dAs loucAs, não é pra se afogar num mar de lamentações?

É por essas e outras que insisto em ter o Koda comigo, pelo menos com ele eu posso falar como bebê, posso correr atrás dele brincando de pega-pega, ralhar dizendo "não pode!", dar comida na boquinha, limpar xixi e cocô, levar para passear, manter gradinha na escada para ele não passar, cuidar pra não deixar objeto pequeno no chão pra ele não engasgar, comprar cobertinha de bebê, e por aí vai a minha carência de crianças na casa. 

Só tem um porém... Koda não é humano, e jamais vai cantar uma canção pra mim no Dia das Mães, ou fazer qualquer pergunta inocente que derrete qualquer coração de mãe.

É, gente... a vida passa corre voa!






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