segunda-feira, 16 de agosto de 2004

Piscina de Bolinha

Domingão à tarde resolvi levar as meninas para brincar nesses exploradores infantis chamados de "centros de entretenimento", vulgo, piscinas de bolinha.
Camila paga R$12,00, Carolina paga R$8,00 (???? absurdo).
Felizmente o local não estava abarrotado de gente. Mas as poucas que tinham mereciam viver enjauladas.
Logo de cara, o stress...
Fui colocar a Carol na piscina de bolinha e um piralho, de uns 3 anos, não deixava ela entrar.
Se dizia "guardião" da piscina.
Os pais, um jovel casal, sentados a menos de 1 metro só olhavam a cena.
Eu, curvada com 13 quilos no colo, tentando persuadir o piralho a deixar a Carolina entrar.
Os pais, continuavam apáticos, feito uns imbecis sentados.
Meu sangue começou a ferver, mas sou a pessoa mais paciente que conheço.
Travei um diálogo com o menino, considerando-o como guardião efetivo do local.
Tentei negociar, tentei subornar (ofereci um pirulito)... e nada...
Desisti, já que os pais dele nada fizerem também...
Virei as costas soltando fumaça, dava pra ver meu rosto vermelho de raiva, minha cara de indignação.
Levei a Carolina para bem longe daquele povo ignorante, que mal sabe o que é educação, que dirá educar um filho.
Jamais permitiria que minhas filhas fizessem isso, ainda mais diante dos meus olhos.
Tudo bem... eles realmente pareciam os donos do local, pois ficaram plantados naquele mesmo lugar por mais de meia-hora, enquanto seus dois filhos azucrinavam as outras crianças.
Depois que foram embora, com o nariz empinado, cheios de razão, aí sim, pudemos brincar mais à vontade.
Ficou divertido, a Carol curtiu, aliás, curtiu mais na hora de ir embora, como sempre, adorou o balanço, não queria sair dele, e tb do vum-vum, ela adora carros... e a Camila já é escolada nesses locais, onde geralmente acontecem as festas de aniversário dos amiguinhos...
Confiram alguns momentos do passeio:






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