segunda-feira, 15 de março de 2004

Louca sim, negligente nem pensar!!!

Dias atrás fui levar a Camila numa festa de aniversário, nesses lugares com piscinas-de-bolinha. A festa era de um colega da escola, um novo amigo, que eu não conheço, e nem conheço os pais.

É claro que eu jamais a deixaria na porta do local sem me certificar de que era ali mesmo, dar uma olhada no lugar, analisar o ambiente.... bom, entrei, chequei na entrada, tudo certo. Vi que existia um telefone público lá, expliquei pra ela como se faz uma ligação a cobrar se houvesse algum problema, do contrário, às 20h eu estaria lá para buscá-la.

Mas confesso que me senti meio desleixada... fiquei martelando na minha cabeça que eu deveria ter ido até os pais do menino, mesmo por questão de educação. Mas quem me conhece sabe que não sou muito sociável !!
Enfim... deu tudo certo, no final da festa fui buscá-la.

Agora leiam essa histórinha, eu não me conformo que isso possa acontecer, em todo caso....

O protagonista é o Antonio, seis ou sete anos.
Ele tinha o aniversário de um amigo, o Bruno, lá num daqueles bufês infantis. Festa das seis às nove da noite.
O pai Lorenzo, conhecido por suas distrações, ficou de levar o garoto ao tal bufê.
Depois iria pegar a Emília, iriam a um cinema e voltariam para buscar o menino.
E assim foi feito. Lorenzo deixou Antonio no bufê, pegou a esposa e foram para o cinema.
Nove da noite, conforme o combinado, foram buscar o pimpolho. Tocaram a companhia, veio o menino.
Já no carro:
- Tava boa a festa do Bruno, filho?
- A festa tava boa, só que você errou de bufê. Era aniversário de uma menina que eu nunca tinha visto na vida. Mas foi legal. Ajudei até o mágico. O nome dela é Andréa.

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